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Como Desenvolver uma
Educação Financeira
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A educação financeira pode ser o melhor caminho para enriquecer e formar um patrimônio consistente que pode trazer muita tranquilidade para você e sua família.
Nunca é cedo ou tarde demais para começar a desenvolver e tomar as rédeas de sua vida financeira, colocando-se no caminho da segurança e da estabilidade. Esse desenvolvimento possibilita a você ganhar mais, gastar menos e comprar aquilo que realmente deseja. Para conquistá-lo em qualquer idade, siga estes passos.
Infelizmente, pouco se fala sobre o tema no Brasil. Quando é abordado, é feito de forma superficial, normalmente ensinando você a lidar com o cartão de crédito ou a enfrentar momentos de crise. Porém, educação financeira é algo que vai muito além disso.
Se você tem passado por dificuldades financeiras, com dívidas e falta de dinheiro no final do mês, está na hora de construir uma nova realidade, que terá como ponto de partida a educação financeira pessoal.
Apesar de ser algo comum, o descontrole financeiro não é o estado normal das coisas. O correto é você ter o controle das suas finanças e poder investir no seu crescimento pessoal e no crescimento do seu negócio, a fim de ter uma vida tranquila, proporcionando, também, um futuro tranquilo para a sua família.
Habitue-se ao orçamento doméstico
Saiba quanto dinheiro entra, quanto sai e para onde ele vai. Há diversos pontos a cumprir para se acostumar a essa realidade:
Revise os extratos bancários. Descubra quanto de sua renda vai para o banco e para quais itens que não as contas do mês.
Analise as contas. Todo mês você deve saber exatamente quanto você paga e para quem o dinheiro vai.
Faça um pente fino nos extratos dos cartões. Aprenda quanto é pago nas faturas, qual é o balanço e como são usados.
Acompanhe os empréstimos. Saiba quanto você deve e quanto tempo levará até terminá-los pagando o valor regular todos os meses.
Revise os extratos financeiros de empréstimos. Descubra onde o seu dinheiro está investido e quanto desse investimento tem rendido todos os anos.
Dicas
A Microsoft oferece modelos gratuitos para a criação de orçamentos em sua suíte de aplicativos Office. Baixe uma e comece já a criar o seu aqui.
Há cursos gratuitos online, como no caso do Veduca ou do SENAI, destinados a ensinar mais sobre finanças a seus usuários.
Até mesmo corretoras de investimentos se dedicam a ensinar mais sobre como melhor lidar com as finanças pessoais, como no caso da XP, da RICO ou da Magnetis.
Estipule um objetivo financeiro
Essa responsabilidade se torna mais fácil ao caminhar rumo a um objetivo.
Tome a decisão de remodelar o banheiro, comprar um novo carro ou modernizar a televisão. Independente do alvo, basta ter em mente algo que você queira e pelo qual esteja disposto a economizar.
Crie um orçamento e seja fiel a ele
Depois de saber quanto dinheiro entra ou sai e de elaborar um objetivo financeiro, você terá que criar um orçamento que o possibilite economizar para conquistá-lo. Para isso, você pode:
Manter o registro dos gastos mensais por muitos meses. Inclua as compras cotidianas, o combustível, as roupas, almoços e jantares, limpezas, despesas escolares e assim por diante. Você deve ter a certeza de que o registro é preciso para ter uma visão realista de seus gastos.
Faça um plano de gastos com o histórico como guia, eliminando as despesas desnecessárias e diminuindo as demais, que podem estar muito elevadas.
Revise o orçamento conforme necessário. Quando as contas mensais forem alteradas ou eliminadas, os objetivos mudarem ou a renda aumentar ou diminuir, será necessário adaptar o orçamento a caráter. Ele deve ser flexível para que você se mantenha fiel.
Comente sobre as finanças de forma aberta e honesta, mantendo-se envolvido
Geralmente, um cônjuge fica no controle das finanças, mas essa não é uma desculpa para que o outro não saiba para onde vai o dinheiro.
Você não precisa saber para onde vai cada centavo usado pela pessoa amada, e vice-versa, mas é importante que ambos estejam cientes da situação financeira em que se encontram e se envolvam nas grandes decisões.
Aprenda a diferença entre as dívidas positiva e negativa
Nem todas elas são iguais. Observe aqui como separá-las:
A dívida que cria valor e o ajuda a construir riqueza é boa. O exemplo mais comum seria um financiamento imobiliário. O valor do imóvel poderá aumentar à medida em que a dívida vai sendo paga e você aumenta o seu patrimônio. Empréstimos estudantis também são considerados bons por conta do valor potencial que um diploma trará ao longo do processo.
A dívida que continua a aumentar à medida em que o valor do item adquirido diminui é considerada ruim. Cartões de crédito estão aqui em primeiro lugar entre os consumidores. Os itens com eles adquiridos diminuem em valor, enquanto os juros cobrados aumentam a cada mês em que a fatura não é paga. Empréstimos para veículos também são considerados ruins, uma vez que o valor diminui mais rapidamente do que o que vai sendo pago.
Evite erros comuns em sua gestão financeira
É crucial que haja mais dinheiro entrando do que saindo. Com frequência, as coisas mais simples que as pessoas fazem ou deixam de fazer podem desequilibrar esse balanço mesmo sem perceberem.
Viver no crédito. Estar sempre comprando produtos no crédito ou fazendo empréstimos para grandes compras não é viver dentro dos meios. Nesse caso, você está criando dívida ruim, o que pode levá-lo a um abismo de dívida do qual não poderá sair.
Não fazer objetivos financeiros. Esse talvez não pareça um erro grave, mas você não estará tão propenso a gerir bem o próprio dinheiro sem um porquê. O objetivo financeiro traz algo que guiará o seu olhar e pelo qual você poderá trabalhar.
Achar que itens de luxo são uma necessidade.
Eduque-se nas finanças pessoais
Procure por organizações próximas que o ajudarão a aprender mais sobre finanças pessoais com aulas, artigos e atividades
Lugares a se pesquisar em busca de informação incluem bancos ou instituições de crédito, abrigos sem fins lucrativos, programas de assistência empregatícia e templos religiosos.
Você pode também buscar informações em uma universidade local para descobrir se há aulas de economia ou finanças pessoais da qual participar.
Aprenda como identificar fontes de informação pouco confiáveis
Mesmo ao usar dados obtidos na internet, as mesmas regras podem ser aplicadas.
Fontes de confiança incluem universidades e instituições educativas, governos estaduais e federais, organizações nacionais bem conhecidas e artigos publicados e revisados em jornais e publicações profissionais. Diversas páginas seguras terminam em .gov, .org ou .edu. Isso costuma indicar que são de uma entidade governamental, uma organização sem fins lucrativos ou uma instituição educativa.
Fontes pouco confiáveis costumam advir de meios de publicação própria, como blogs, páginas pessoais, redes sociais, fóruns de internet e organizações desconhecidas. Como regra geral, se um especialista bem conhecido não a escreveu ou se uma entidade famosa não a publicou, a informação não possui confiabilidade e não deve ser levada em conta.
Repasse o conhecimento
Há sempre mais a se aprender nas finanças pessoais, então busque aprender com os seus filhos para repassar o conhecimento à próxima geração. Muitas páginas de confiança são boas para adquirir esse aprendizado enquanto você os ensina, algumas inclusive com jogos infantis que os ensinarão desde cedo sobre as finanças pessoais.
O Que Significa Educação Financeira?
Sem uma boa educação financeira, você dificilmente conseguirá ter sua independência financeira e ser bem sucedido. Muitos pensam que a riqueza é ligada à sorte.
Mas não é bem assim. Pouquíssimas pessoas ficaram ricas sem querer, por acaso. Normalmente, isso é conquistado com muito trabalho.
A riqueza é ligada a um planejamento traçado e realizado a cada atitude. Se não acredita o quão importante é a educação financeira, imagine a seguinte situação: um milionário dá R$ 100.000,00 a 10 pessoas.
Após um mês com o dinheiro, 9 delas já não possuem o mesmo valor. Algumas compraram carros, deram entrada em casas ou compraram qualquer tipo de item que tende a perder valor ao sair da loja. Ou seja, essas pessoas gastaram o dinheiro.
No entanto, uma delas resolveu não gastar nem um real e investiu tudo em uma aplicação financeira, garantindo assim que o capital não diminuiria, pelo contrário. Ela conseguiu formar uma carteira de investimentos que rende R$ 1.000 por mês.

Aprenda Mais: Livros de Educação Financeira
Os princípios da educação financeira valem para o empreendedorismo e para diversas outras situações da vida. Afinal, a educação financeira é uma área muito relacionado ao comportamento humano e sua relação com o dinheiro.
Por isso, vale a pena estudar mais a fundo, principalmente os grandes autores da área.
Separamos a seguir dois livros indicados pelo Thiago Nigro, o Primo Rico, em seu podcast. Você pode adquirir o livro e depois ouvir a conversa sobre ele no Spotify do Primo.

Comece a Investir Hoje Mesmo
Bom, agora que você aprendeu bastante sobre educação financeira, que tal colocar um pouco desse conhecimento em prática? Abra a sua conta na Rico e comece a investir o quanto antes para construir o seu próprio patrimônio.
Conclusão
A educação financeira é um longo caminho
mas como toda jornada, ela começa com o primeiro passo. Esse passo deve ser assumir um compromisso consigo mesmo e mudar a relação que tem com o dinheiro.
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